O telefone de Paul tocou logo cedo na manhã de domingo.
Ele, ainda deitado, pegou o telefone pensando em Nice, ontem a reação dela ao beijo não foi o que ele esperava, já faz tanto tempo que desejava dar esse passo, ele queria mais, só que respeitou novamente o espaço dela, olhou para o identificador e não era ela, um número desconhecido na tela.
Quem diabos liga tão cedo em pleno domingo em seu número particular.
Atendeu com a voz sonolenta:
— “Alô?”
Do outro lado, a voz foi gelada.
Baixa. C