Estou no meu quarto, envolto em um silêncio pesado, à espera das informações que podem mudar tudo. A luz fraca do abajur cria sombras dançantes nas paredes, enquanto o tic-tac do relógio parece ecoar como um contador regressivo para o inevitável. Finalmente, a porta se abre, e ele entra, acompanhado do outro. Muralha, meu braço direito, avança com passos firmes e me entrega um papel. Mal preciso ler para saber do que se trata. O homem que acompanhou Kara Grecco até sua casa confirma o que eu já