Chase Harrison
A jornalista ajeitou os papéis diante de si, num gesto ensaiado, como se já tivesse dado por encerrado o espetáculo. O rosto forçado de profissionalismo não escondia a fome de sangue que sempre existia atrás das câmeras.
Eu não a escutava. O celular vibrava sobre a mesa e, mesmo sem olhar a tela, já sentia que a merda vinha dali. O som seco reverberava dentro de mim como um chamado, mas mantive os olhos fixos, fingindo que não existia.
Foi então que ela se apresentou com um sorri