Josephine cumprimenta Ana; ela não lhe responde e vai direto para a sua poltrona. Ela não quer falar, mas Josephine sim.
— Ana, não pode me ignorar, sou sua chefe e me deve a palavra.
Ana esqueceu desse detalhe, mas sabe que pode ser cordial sem misturar as coisas.
— Bom dia, senhorita Josephine. Eu estou ótima, e a senhorita, como está?
Josephine, séria, olha bem para ela. Ana sabe que ela odeia quando a trata como se fosse qualquer pessoa, então ela insiste mais uma vez que ela pare, mas Ana a