CAPÍTULO 51

EDILENA NARRANDO:

Assim que saímos da boate, um manobrista logo estacionou a caminhonete de Guero. Ele caminhou tranquilamente até o lado do motorista, enquanto outro funcionário do valet abriu a porta para que eu entrasse no banco do passageiro.

Acomodei-me no assento, ajustando minha postura, mas ainda segurando os pedaços da minha calcinha e do sutiã rasgados no colo, como se aquilo fosse me dar alguma dignidade depois da noite que tive.

O silêncio dentro do carro foi rompido pelo som do rád
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