EDILENA NARRANDO:
Subi rapidamente as escadas, indo até o quarto onde minha mãe dormia, de frente para o da minha tia e minha prima. Celina estava profundamente adormecida, mas bastou um toque leve no ombro para ela abrir os olhos devagar, ainda sonolenta.
— Mãe, tá na hora.
Ela piscou algumas vezes, sentando-se devagar na cama.
— Já? Nossa, parece que dormi só cinco minutos...
— Eu sei, mas precisamos ir logo.
Ela se levantou sem reclamar e começou a se arrumar rapidamente. Eu não queria realm