EDILENA NARRANDO:
Eu continuei de pé, observando a cena. Quando Dona Mônica se virou para mim, abriu um sorriso caloroso e se aproximou.
— Edilena, querida, como está?
— Muito bem, Dona Mônica. — Respondi, retribuindo o beijo no rosto que ela me ofereceu como cumprimento.
— Essa é a minha prima, Marília. — Apresentei.
Marília, um pouco hesitante, estendeu a mão.
— Muito prazer, senhora.
— O prazer é todo meu. E, por favor, me chamem apenas de Mônica. — Ela sorriu de forma gentil.
Seu olhar perc