CAPÍTULO 18: A NAU

CAPÍTULO 18: A NAU

Era outra tarde de primavera em que as flores pareciam estar implorando no jardim do castelo para serem beijadas pelos pequenos beija-flores. Algumas abelhinhas zanzavam por ali querendo provar do seu doce néctar. Os criadinhos faziam a jardinagem podando os galhinhos longos dos arbustinhos. A fonte parecia cantar um som sábio ao deixar escorrer suas águas. Os passarinhos entravam na melodia simpática da natureza e se

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