Mais tarde..
– Ei, você acordou, está bem?
– E-Ei.. – Comprimento Lucinda com a voz falha por acordar com a boca seca.
Olhando ao me redor vejo que estou em um quarto de hospital, no soro com hematomas pelo rosto.
– E meu pai? – Me levanto ao perguntar.
Eu sei que o que ele fez não se faz, mas mesmo assim... eu continuo o vendo como o homem que me criou, que fez parte da minha vida. Embora não seja de sangue eu o amo como pai, e me preocupo também. Essa fase dele, também o machuca, ele precisa