O juiz Aristeu não gostou nada disso pois perdeu uma boa parte de sua renda financeira, ele sabia que se viesse para o rio, Adam o prenderia pois tem uma dívida antiga com ele e Adam não é do tipo que esquece um conflito, ainda mais a que tinha com Aristeu o qual mandou sequestrar sua irmã e a matou, porém nunca se soube quem a matou, mas Adam tinha certeza de que tinha sido o juiz.
Aristeu ao saber que Adam estava dominando o morro do formiga respirou fundo e pegou o telefone, discando um número que há tempos não usava. Do outro lado da linha, um oficial de alta patente atendeu.
— General Oliveira, espero que possamos chegar a um entendimento — disse Aristeu, com sua voz carregada de autoridade.
— Juiz Aristeu, sei porque me liga. Mas entenda, a jurisdição sobre o morro foi dissolvida. Agora está sob comando direto do Exército. Isso é um assunto que você não pode mais tocar.
O juiz cerrou os dentes, tentando manter a compostura.
— Eu tenho amigos influentes, posso garantir que essa o