Salvador, 15h12.
O sol queimava a entrada da sede regional da HEM.
Melina estava ali para acalmar uma crise interna: denĂșncias falsas de corrupção, armadas pela imprensa comprada de Miguel.
Acompanhada por trĂȘs seguranças e uma escolta local, ela atravessou o pĂĄtio externo.
A multidĂŁo era pequena â mas havia olhos demais.
Olhos que nĂŁo sorriam.
Um garoto de boné, parado na esquina, falava ao celular.
A Mamba percebeu.
â Melina, vamos acelerar.
â Relaxe â respondeu Melina, sem reduzir o