Yuna
A porta da frente fechou-se com um baque surdo, não um estrondo, mas um eco abafado que se espalhou pela entrada silenciosa da mansão. Joguei meu casaco no cabide; ele balançou com certa força, ameaçando tombar… e tombou quando atirei a mochila também.
O peso dos livros foi demais para o cabide, e a mochila nem devia estar ali, mas isso não importa. Tirei os sapatos e os empurrei para debaixo da mesa no canto. Respirei fundo e chutei-os para mais longe, tentando aliviar a tensão dos