Pela Favela Pela, Nossa Gente.
A guerra tinha deixado marcas. Algumas visíveis, como buracos de bala nos muros e paredes remendadas às pressas. Outras, invisíveis, cravadas na alma de quem viu a morte bater na porta e decidiu continuar vivendo mesmo assim.
Na sala da laje do Rael, ele, Sheik e PV estavam sentados, olhando mapas e anotações sobre a Rocinha. Mas não era mais guerra o assunto.
— A gente venceu a invasão, mas não pode achar que isso é o suficiente. O morro precisa de mais. De estrutura, de respeito, de presença.