Polly parou no centro da sala de estar da mansão. A luz da tarde, filtrada pelas imensas janelas de vidro, recaía sobre os destroços da família que ela jurara proteger. Augusto estava afundado no sofá, a imagem do esgotamento puro, com a cabeça baixa e os ombros caídos sob o peso da falência e do luto. Hanna estava ao seu lado, segurando sua mão em um apoio silencioso. Dimitri mantinha-se de pé, uma sombra vigilante a poucos passos da poltrona de veludo escuro onde estava Amélia.
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