O silêncio na sala de estar era absoluto, pesado como chumbo. Amélia estava de pé, os olhos fixos em Polly, o peito subindo e descendo no ritmo de uma respiração ansiosa. Augusto mantinha os olhos fechados, preparando-se para o golpe final contra a memória da família que ele acreditava ter tido.
Polly engoliu o choro, ajeitou a postura e deixou que as comportas do passado finalmente se abrissem.
— Eu cheguei a esta casa quando o Augusto e a Amanda tinham apenas uma semana de vida — Polly começo