Olhei para as nossas mãos entrelaçadas.
Senti Arthur dar um aperto leve, discreto, do tipo que diz segura aqui por um segundo sem precisar de palavras.
— Sua... sua noiva? — A vendedora tinha perdido toda a compostura de uma vez. — Mas... mas ela nunca veio aqui antes e...
— E nunca virá novamente — Arthur respondeu, com uma calma que era mais cortante do que qualquer tom de voz elevado. — Assim como eu ou minha irmã.
— Mil perdões, senhor Sartori, podemos resolver isso com...
Ele não esperou e