— A Liz...
Arthur esticou o braço devagar, testando os limites do próprio corpo com a precisão que eu reconhecia como o médico dentro dele acordando junto com o homem, e colocou a mão na minha barriga, acariciando com delicadeza.
Ri, entendendo antes que ele precisasse explicar.
— Liz? — Perguntei.
— Nós não... nós não definimos isso?
— Não. — Me sentei na beira da cama, ao lado dele.
— Acho que eu sonhei então. — Disse, meio confuso, como se a ideia da Liz fosse algo que existia de forma concr