167. O MENSAGEIRO NO HOSPITAL
Enquanto esperava que uma enfermeira viesse em sua ajuda, Gerônimo pensava nas conversas não ditas, nos pactos de lealdade e amor selados em olhares silenciosos. A intimidade desses momentos roubados em uma clínica tornava-se mais importante do que qualquer rivalidade ou jogo de poder das famílias mafiosas que assolavam seu cotidiano.
—Bom dia, como você se sente, Gerônimo? —entrou a chefe de enfermeiras com um sorriso e come&ccedi