CAPÍTULO 57 Otávio

Já bati à porta do apartamento de Desirée mais vezes do que consigo contar, e nada. Silêncio absoluto, como se ela não estivesse em casa. Mas eu sei que está. Sinto isso.

Estou a ponto de derrubar a porta quando, finalmente, ela se abre.

Desirée surge diante de mim, vestindo um moletom largo e com o cabelo preso de qualquer jeito, como se tivesse acabado de levantar ou nem ao menos se importado em se arrumar. Seus olhos estão vermelhos, o que me faz congel@r por um instante.

— Para de bater. —
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