Já fazia uma hora que eu estava trancada no banheiro. Minhas amigas haviam corrido para ver o motivo do meu grito, mas Hanna foi a primeira a soltar um “puta que pariu” quando me encontrou sentada no chão, balançando para frente e para trás. Ela tentou chamar ajuda, mas com vergonha, tranquei a porta.
— Pestinha, abra a porta agora. — rosnou Fenrys do outro lado.
— Não a chame assim, Fenrys. — ralhou a diretora Rose, sua voz firme e autoritária. Eu podia sentir que ele revirava os olhos, mesmo