Fechei a porta do quarto atrás de mim e me joguei na cama, mas não consegui descansar. A raiva e a dor ainda estavam ali, latejando. Não queria me deixar levar por esses pensamentos, então me levantei e fui até a escrivaninha. Abri o diário, respirei fundo e escrevi:
"Foi você, né? Que falou comigo mais cedo? Pela minha cabeça?"
Esperei alguns minutos, o silêncio quase me sufocando, até que a resposta surgiu: "Sim, fui eu."
Um sorriso escapou, mesmo com o coração apertado. Peguei a caneta novame