— Não! Estou bem. Gosto de morar com as meninas. Se tornaram minhas amigas.
— Sua mãe está muito feliz que você fez amigas da sua idade... E tem se dado bem com elas.
— Acho que estou vivendo uma vida “normal”... Mas que para mim não é, entende?
— Não... Não sei se entendo.
— Amo Alpemburg... Sinto saudades de vocês... Mas...
— Mas... — Ele me incentivou a continuar.
— Como “ele” está, pai? Tem notícias?
— Ele está bem.
— Onde?
— Merliah, por favor...
— Onde? — repeti a pergunta com a voz alter