— Ok, Liah, se é de sua vontade, no contrato constará que você não precisará fazer sexo comigo, a menos que queira.
— Eu não vou querer.
— Não abro mão do termo “a menos que queira”. Se não constar, não há contrato.
— Pode pôr... Eu não vou querer.
— Tem mais um porém.
— Outro? — Estranhei o comentário.
— Somos obrigados a dormir na mesma cama.
Eu gargalhei, admirada:
— Como você consegue ser tão idiota?
— Eu falo sério, Liah.
— Tenho também que fazer-lhe boquetes todas as manhãs? Aliás, isso é