Edgar me guiou pelos corredores me levando até a última sala, a sala de esculturas. Quando chegamos havia muitas formas em gesso, comecei a olhar enquanto as crianças pareciam concentradas.
Um homem veio em minha direção e disse algo que não entendi.
— Desculpa, não falo a sua língua — Sorri sem graça, sabia que ele também não ia entender e olhei para Edgar — Edgar me ajude.
Edgar parecia caminhar para longe, ele se virou para mim.
— Posso ajudar? — Perguntou o homem à minha frente