Isabela compreendia agora o peso daquela sensação de não ter a quem recorrer. Maison era um mestre em manipular emoções; bastava uma refeição de aniversário e um gesto atencioso para fazê-la vacilar em seus arrependimentos.
Era estranho pensar que, além de seu filho, havia outra pessoa no mundo — alguém que teoricamente nunca deveria ter cruzado seu caminho — celebrando aquele dia comum. Maison gastava dezenas de milhões sem piscar, e embora a quantia fosse trivial para ele, Isabela conseguia s