Mundo de ficçãoIniciar sessãoA casa dormia, envolta no som suave do vento que arranhava as janelas. No silêncio da madrugada, o tempo parecia segurar a respiração, como se esperasse pela confissão que há tanto tempo morava em nossos olhos. A luz suave da luminária do corredor banhava a sala com um tom âmbar, e ali estava ele, Dante, com Vitória no colo, embalando-a com uma ternura que fazia meu peito doer.
Me aproximei devagar, como quem invade um templo sagrado. Ele não disse nada de imediato, apenas continuou






