A festa anual da Cavalcante Agroindustrial acontecia todo mês de março.
Era uma tradição que Rodrigo havia estabelecido nos primeiros anos da empresa não para clientes, não para parceiros, mas para os funcionários. Todos os setores, do escritório ao campo, reunidos num único salão com comida boa e música ao vivo e o discurso anual de Rodrigo que era sempre direto, sempre honesto e sempre mais curto do que as pessoas esperavam porque ele achava que discurso longo era sinal de insegurança.
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