— Presidente Belikov, Ministro Volkova, enfim, estamos frente a frente…
A voz do canalha ressoava em minha mente alto de mais para minha própria sanidade. A euforia dele me enojava, minhas mãos soavam, meu corpo tremia pela raiva que eu fazia um grande esforço para conter.
— O que você quer? — Iuri o questionou asperamente, ignorando o sorriso sínico que o desgraçado lançava em nossa direção.
— A paz mundial? O fim da intolerância? São tantas coisas. — Ele respondeu com ironia, alargando ain