— Eu não estou entendendo nada. — Falei erguendo minhas sobrancelhas em total confusão. — Do que você está falando? Achei que não tivesse filho.
— Eu… Por favor, Elisa, me perdoe.
— Te perdoar pelo quê? Eu não tenho o porquê te perdoar, Luanda! — Exclamei com o tom mais alto do que pretendia, chamando a atenção do ministro que se aproximou. Senti a sua presença e o cheiro de sua colônia pós-barba atrás de mim.
Eu não sabia qual o motivo de Luanda me perdi perdão, mas eu tinha a impressão que