— Elisa, por favor, acorde! — Ouço a voz de Nanda me chamar desesperada.
— Nanda, bem não fechei os olhos, me deixa dormir, por favor. — Murmurei sonolenta.
— ELISA? — Ela gritou meu nome e a minha vontade é esganá-la com minhas próprias mãos. Mas essa vontade não dura por muito tempo, logo dá lugar a culpa por ter um pensamento tão vil.
— Satisfeita? — A questionei abrindo os olhos. — Acordei! — Falei deixando claro meu mau-humor.
— Vamos você precisa levantar. — Diz ignorando o meu tom ir