DOMINIC BELLANDI
Acordei com um joelho quase acertando minhas costelas. Abri os olhos devagar já sabendo quem era a culpada. Por Dio. Alina estava atravessada na cama outra vez. As pernas jogadas em cima de mim, um braço esmagado debaixo do travesseiro e a cabeça praticamente caindo para fora do colchão.
Parecia que tinha brigado com a cama durante a madrugada inteira. Segurei a cintura dela e puxei aquela criatura de volta para o meu peito. Ela resmungou baixinho sem abrir os olhos. Seus cabe