NÁPOLES, ITÁLIA – 18:50 P.M
A menina dormia tranquilamente, seus traços relaxados, alheios ao mundo ao redor. A mulher acariciava seus cabelos escuros com delicadeza, sentindo no peito um amor tão grande quanto o medo que carregava de perdê-la.
— Deveria colocá-la na cama. — diz seu marido, observando a cena da porta.
— Adoro tê-la assim, pertinho de mim. Ela parece um anjo.
— Dormindo, sim. Mas acordada... tem uma língua afiada capaz de matar qualquer um.
— Pare com isso! — ela repreende,