Em algum lugar no Oceano Pacífico ficava a Ilha do Desespero.
Não era possível encontrar a ilha em nenhum mapa. Sua existência era como um fantasma na superfície cinza-azulada do oceano. Constantemente envolta em névoa, estava isolada do resto do mundo.
Recifes afiados e irregulares como dentes de demônio cercavam a ilha, ameaçando dilacerar qualquer um que se aproximasse.
Os primeiros raios do sol nascente apareceram no horizonte.
Um homem alto e bem constituído se apoiava em um recife.