Mundo de ficçãoIniciar sessãoRACHEL MONROY
Toda a segurança que eu tinha ao sair do hotel foi se dissipando ao longo do caminho. Cada quilômetro percorrido me fazia sentir vulnerável e inadequada para a missão. Quando o carro finalmente estacionou em frente às portas da delegacia, minhas mãos se agarraram à minha bolsa enquanto eu observava a imensidão do complexo.
Saí do carro com um pouco de dificuldade, perdendo todo o fôlego como se tivesse corrido uma maratona. Virei-me para o motorista silencioso que havia ficado à margem dos meus medos. Queria que ele me emprestasse por um momento sua tranquilidade e confiança.
— Se algo acontecer... — sussurrei, olhando para ele com atenção, então ele finalmente baixou o olhar para mim. — Você não vai me deixar morrer sozinha, vai? Se houver um motim, se as coisas derem errado... você não







