Helena ficou imóvel.
O telefone tremia em sua mão.
A fotografia de Dante continuava aberta na tela.
Ele estava vivo.
Era a única coisa que importava naquele momento.
Mesmo com as mãos amarradas e o rosto cansado, ele estava vivo.
— Helena?
A voz de Enzo a fez levantar os olhos.
Ela bloqueou a tela imediatamente.
— O que aconteceu?
— Nada.
A resposta saiu rápido demais.
Enzo estreitou os olhos.
— Você está pálida.
— Estou bem.
— Helena...
Ela desviou o olhar.
Não gostava de mentir para ele.
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