CAPÍTULO 206 — O PRIMEIRO ECO NA SUPERFÍCIE
Na manhã seguinte…
o prédio inteiro parecia errado.
Não visivelmente.
Não havia sangue nos corredores, paredes deformadas ou pessoas desaparecendo.
Era algo mais sutil.
Mais humano.
Silêncio demais.
Davi percebeu isso assim que abriu a porta do apartamento.
Os corredores do prédio sempre tiveram algum ruído: televisão distante, cachorro latindo, passos, gente conversando.
Agora…
quase nada.
O ar parecia pesado.
Como se o próprio ambiente estivesse ouv