CAPÍTULO 207 — O CORREDOR
Marcelo ainda estava na porta.
Mas já não parecia completamente preso entre dois estados.
Alguma coisa dentro do apartamento estava puxando ele para trás.
E ao mesmo tempo…
as memórias humanas dele continuavam tentando alcançar a superfície.
O resultado era horrível.
O rosto falhava entre profundidade e humanidade. Às vezes parecia totalmente Marcelo. Em outros instantes, sombras líquidas atravessavam os olhos dele como rachaduras vivas.
Mas o medo…
o medo era humano.