O relógio marcava quase oito da noite quando Isadora finalmente fechou o notebook. As luzes do andar já estavam parcialmente apagadas, e o silêncio da empresa soava reconfortante depois de um dia tenso. Ela sentia o corpo pesado e a cabeça latejando.
Leonardo apareceu na porta, apoiado no batente, observando-a em silêncio por alguns segundos antes de falar:
— Você vai dormir aqui, é isso? — o tom era suave, mas firme.
Isadora ergueu o olhar, exausta. — Só estou finalizando um relatório.
— Não,