A madrugada parecia interminável.
O relógio marcava 2h47 quando Isadora finalmente decifrou a linha de código que não pertencia ao Orion.
Aquela pequena sequência — quase imperceptível em meio às milhares de linhas do sistema — era como uma assinatura digital. Um identificador que rastreava a origem de quem acessara o servidor.
E o que ela encontrou a fez congelar por alguns segundos.
O acesso não partira do terminal dela, mas de um IP interno vinculado ao laboratório de pesquisa avançada — exa