Giuliana:
— Sugeri a ela vir mesmo para Nova Iorque — Isabella comentou. E até mesmo eu achei a ideia surreal.
— Isso seria loucura, Isabella! — rebati. E Caterina concordou:
— Como falei, gastei quase todas as minhas economias com o apartamento. Eu pretendia me manter com o auxílio mensal da bolsa até conseguir por aqui um emprego de meio-expediente.
— Com o emprego, a gente dá um jeito — minha irmã insistiu. — Com certeza, se falarmos com Alessandro e Matteo, eles conseguem para você alguma vaga no escritório.
Voltei a contestar:
— Isabella, a Caterina já falou, várias vezes, que ama trabalhar cuidando de pessoas e que não suportaria ter que ficar confinada em um escritório.
— Sei disso, Giuliana — minha irmã rebateu. — Mas seria algo provisório, enquanto ela divulga o trabalho dela aqui em Nova Iorque. Só até conseguir os primeiros pacientes. Os dela, lá de Seattle, já foram todos encaminhados para outros profissionais. Ela teria, de qualquer maneira, que recomeçar do zero. Poderi