Os dias seguintes foram de pura ansiedade. Eu tentava me distrair, mas a verdade era que minha cabeça girava em torno do teste de paternidade e do que aconteceria depois.
Minha avó percebeu o quanto eu estava inquieta.
— Para de andar de um lado pro outro, menina — ela disse, enquanto sentava na poltrona da sala com uma xícara de chá nas mãos.
— Não consigo, vó. Tô agoniada.
Ela suspirou e bateu no sofá ao lado dela.
— Senta aqui.
Obedeci. Ela pegou minha mão e apertou de leve.
— Eu sei que voc