A casa da Ju era pequena, mas aconchegante. O cheiro do incenso que ela sempre acendia me trouxe uma sensação estranha de paz, mesmo com minha cabeça girando de raiva e frustração. Me joguei no sofá e deixei o cansaço me dominar.
— Quer comer alguma coisa? — Ju perguntou, já se levantando.
— Não tô com fome — murmurei, abraçando uma almofada.
Ela me olhou de lado, desconfiada, mas não insistiu. Sabia que eu falava pouco quando estava assim.
— Você vai dormir aqui, né? — perguntou, como se houve