Mundo de ficçãoIniciar sessãoO carro estava ali.
Do outro lado da rua, parado de um jeito que só alguém esperando fazia. Os faróis apagados, o motor desligado, a presença silenciosa demais para ser coincidência. Meu corpo reconheceu antes que minha mente aceitasse. Henrique. Meu coração disparou com uma força que me fez levar a mão ao ventre instintivamente, como se precisasse me ancorar em algo real para não atravessar a rua correndo — para ele ou para longe






