Dominic deu a volta no quarteirão com um sorriso sombrio, sádico. Quando viu Nayere no ponto de ônibus, sob o temporal que se anunciava, uma ideia maligna lhe ocorreu. Ele mirou a poça d’água da sarjeta com precisão cirúrgica e acelerou. O jato de água suja subiu como uma onda, engolindo a figura encolhida no ponto.
Nayere deu um grito abafado, ficando com o casaco e a roupa agora encharcados e pesados.
Dominic seguiu em frente, rindo muito. O ato de crueldade gratuita foi, ironicamente, a melh