Amanda
― Willow? ― a chamo ao ver que está saindo para almoçar na cantina. Já havia percebido que é uma mulher linda e especial. Nem mesmo o coque e o uniforme escondem sua beleza.
― Sim. Posso ajudar? ― se vira respondendo. Não preciso nem de dom para sentir sua fome. Seu estômago roncou alto.
― Lembra-se de mim? Sou Amanda, irmã do seu chefe. Vamos conversar um pouquinho. Pago seu almoço.
Ela parece assustada. Às vezes queria que o meu dom estranho fosse de ouvir pensamentos, assim saberia ma