O som da voz de Kate ecoou pelas paredes da sala, cortando o ar pesado como uma lâmina afiada. Anne não se moveu de imediato. A adaga ainda permanecia erguida, brilhando sob a luz fraca dos lustres antigos, e um sorriso lento e cheio de malícia foi se formando nos lábios dela — um sorriso idêntico ao de Kate, mas que carregava toda a escuridão e amargura de duzentos anos de ódio.
Ela baixou o braço devagar, virando-se por completo para a porta, e seus olhos gêmeos encontraram os olhos da irmã.