Kate abriu os olhos de repente, inspirando fundo como se tivesse estado submersa por um tempo infinito. O primeiro contato foi frio e duro — estava deitada sobre um chão totalmente negro, liso como vidro escuro, que parecia não ter fim nem direção. Ao se sentar devagar, sentiu uma estranha sensação percorrendo todo o seu corpo: o coração batia. Batia forte, lento e ritmado, contra o peito, algo que ela não sentia há duzentos anos.
Levou a mão ao peito, atônita.
— Eu... não morri? — sussurrou, a