O ULTIMATO DE FERIDE: SANGUE E AMBIÇÃO
Feride permaneceu imóvel, a silhueta emoldurada pela luz prateada da lua que invadia a varanda como uma lâmina fria. De costas para a sobrinha, ela parecia uma estátua de gelo esculpida pelo ódio, mas seus olhos, refletidos no vidro da janela, queimavam com uma intensidade doentia. Ela ignorou o choro contido e os soluços de Yasmin; para Feride, lágrimas não eram sinais de dor, eram provas de incompetência.
— Você fala de amargura