ADOLFO MORALES
Meus olhos se inundaram de lágrimas que eu não consegui conter, o choro da impotência de ver o sangue do meu sangue naquele estado. Engoli o pranto, forcei o tom de voz mais brando que consegui e passei a mão pelos ombros dela para acalmá-la:
— Faz o seguinte, Jéssica... vai lá para cima, toma um banho demorado e deita para descansar um pouco. Quando for a hora certa da noite, nós sentamos com calma e fazemos o que for preciso para resolver isso. Confia no seu irmão.
Ela abriu um