"Meu Deus, ela não está morta".
Era tudo o que ela podia pensar ao se empurrar para fora da água. As arestas afiadas das rochas cortaram a palma de suas mãos na pressa, mas ela não se importou, pois seus olhos e seu coração repousaram naquele corpo lívido, descansando a menos de dois metros de distância.
-Gaia! -Devolveu-a, deitando-a de costas, e procurou desesperadamente por qualquer sinal de vida.
Parecia um milagre que ela ainda respirava, mas seu pulso estava tão fraco que mal conseguia se